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Ebola e o medicamento Zmapp

  • Helena Brígido
  • 20 de ago. de 2014
  • 2 min de leitura

A ZMapp é uma droga experimental de combinação de três anticorpos monoclonais <http://pt.wikipedia.org/wiki/Anticorpo_monoclonal> (gerados pela clonagem de uma única célula) produzidos em plantas como o tabaco. O medicamento havia sido testado somente em oito macacos infectados com o Ebola em que seis sobreviveram à infecção. Foi utilizada pela primeira vez em agosto de 2014, nos pacientes missionários americanos Kant Brantly e Nancy Whitebol. As doses foram enviadas para a Libéria, na esperança de restaurar as condições mínimas de saúde dos missionários para permitir o transporte dos pacientes para os Estados Unidos. Apenas uma hora depois de receber o medicamento, Brantly passou a respirar normalmente. A recuperação de Nancy Writebol não foi tão expressiva, mas suficiente para permitir o transporte para os EUA.

O Zmapp é produzido pela empresa Mapp Biopharmaceutical Inc, uma companhia farmacêutica americana de San Diego, fundada em 2003. É o resultado de uma colaboração entre Mapp Biofarmacêutica Inc, LeafBio, Defyrus Inc, o governo dos EUA e Agência de Saúde Pública do Canadá. É uma mistura de MB-003 e ZMAb. De acordo com a CNN, a droga funciona impedindo o vírus de entrar e infectar novas células. Há outros testes com uma outra droga, TKM-Ebola da empresa farmacêutica Tekmira. O Food Drug Administration (FDA) suspendeu os ensaios TKM-Ebola para entendimento da ação. O Comitê de Ética da Organização Mundial da Saúde (OMS <http://exame.abril.com.br/topicos/oms> ) aprovou em uma reunião na segunda-feira o uso desses tratamentos, em primeiro lugar, nos países do oeste africano mais atingidos pela doença. É necessário que haja transparência absoluta sobre o uso da medicação, consentimento do paciente, confidencialidade. É preciso também compartilhar informações sobre segurança e eficácia das intervenções. A transmissibilidade do vírus Ebola necessita de contato muito próximo e o vírus morre facilmente fora de self ambiente, entretanto vamos ficar vigilantes no Brasil! Fonte: Helena Brígido

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