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Há risco de Ebola no Brasil?

  • Foto do escritor: helenabrigido
    helenabrigido
  • 25 de mai. de 2018
  • 2 min de leitura

A Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que a disseminação do vírus é elevada para outros países africanos, mas é baixa para fora do continente africano. As cidades atingidas são em área limitada com poucas possibilidades dos habitantes fazerem viagens internacionais. O risco teria se profissionais de saúde forem para áreas de risco e retornarem sem os devidos cuidados, porém a OMS tem protocolos rigorosos de controle de disseminação do vírus. Considera-se, portanto, como um risco baixo de ter Ebola no Brasil.


EBOLA

O vírus Ebola é uma doença febril hemorrágica, com alta contagiosidade (inclusive após o óbito) e mortalidade. A República Democrática do Congo, na África, está com 8 casos do ebola, com 27 mortes até 23 de maio de 2018.



A transmissão ocorre com as secreções de paciente como sangue, suor, saliva, sêmen, secreção vaginal e nasal, urina e fezes, além de também por superfícies e utensílios em contato com as secreções: roupas, toalhas, talheres, copos etc. A transmissão ocorre mesmo após o óbito do paciente em que, o corpo desidrata e tem as secreções que podem transmitir o vírus.


O vírus Ebola foi descoberto em 1976 e ocorrem surtos esporádicos, sendo os primeiros registros em macacos, chimpanzés e outros primatas não humanos que vivem na África.


Provavelmente, a transmissão inicial do ebola na África ocorreu devido ao consumo de carne contaminada de caça de macaco e de morcego.


No quadro clínico o paciente tem alterações em todo o corpo. Pode apresentar febre, mialgia, dores articulares, náuseas, vômitos, alterações de coagulação do sangue e, por isso, podem ocorrer os sangramentos.

Os sintomas podem se manifestar em até 21 dias e, mesmo após a cura, os homens ficam com o vírus no sêmen por mais ou menos seis meses.


O tratamento é feito com medicações para os sintomas, além de hidratação na veia, transfusão de sangue.

Está sendo aplicada uma vacina nas áreas de risco para os profissionais da saúde e pessoas em contato com os doentes.

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