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Transmissão sexual de zika - Revisão e diretrizes

  • Helena Brígido
  • 4 de jul. de 2018
  • 1 min de leitura

A primeira detecção de caso confirmado da infecção pelo vírus zika fora de regiões endêmicas e epidêmicas ocorreu em novembro de 2013. A partir de então, vários casos foram relatados em viajantes. Diante dos casos publicados e confirmados, considera-se que zika é uma infecção sexualmente transmissível.

Observou-se descrições diversas da forma de transmissão via vaginal, anal e possivelmente oral de homem-mulher, homem-homem, mulher-homem.

É preciso haver informações para a população das áreas endêmicas e para os viajantes sobre os riscos desse tipo de transmissão aliado à disponibilização de preservativos além de outras medidas contraceptivas.

A identificação de transmissão sexual de zika possibilita que medidas preventivas sejam incorporadas aos programas de controle de infecções sexualmente transmissíveis/Aids pela experiência em educação sexual e para mobilizar equipes multidisciplinares para um adequado aconselhamento e acompanhamento.


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