DEFINIÇÃO DE CASO DE SÍFILIS
- Helena Brígido
- 13 de jan. de 2019
- 2 min de leitura
SÍFILIS ADQUIRIDA
Situação 1: Pessoa assintomática, com teste não treponêmico (VDRL ou RPR) reagente com qualquer titulação e teste treponêmico (FTAbs ) reagente.
Situação 2: Pessoa sintomática com pelo menos um teste reagente - treponêmico ou não treponêmico (qualquer titulação).

SÍFILIS EM GESTANTES
Mulher no pré-natal, parto e/ou o puerpério:
Situação 1: assintomática com pelo menos um teste reagente - treponêmico ou não treponêmico (qualquer titulação) e sem registro de tratamento prévio.
Situação 2: sintomática para sífilis com pelo menos um
teste reagente - treponêmico OU não treponêmico (qualquer titulação).
Situação 3: apresente teste não treponêmico reagente (qualquer titulação) e teste treponêmico reagente, mesmo sem sintomas da sífilis e sem tratamento prévio.
SÍFILIS CONGÊNITA
Situação 1: Recém-nascido, natimorto ou aborto de mulher com sífilis não tratada ou tratada de forma não adequado (somente com penicilina benzatina, de acordo com estágio clínico da sífilis, e INICIADO até 30 dias antes do parto).
Situação 2: Criança com menos de 13 anos de idade com pelo menos uma das seguintes situações:
- Alteração clínica, liquórica ou radiológica de sífilis congênita E teste não treponêmico reagente;
- Títulos de teste não treponêmicos do lactente maiores do que os da mãe, em pelo menos duas diluições de amostras de sangue periférico, coletadas simultaneamente;
- Títulos de testes não treponêmicos ascendentes em pelo menos duas diluições;
- Títulos de testes não treponêmicos ainda reagentes após 6 meses de idade, exceto em situação de seguimento terapêutico;
- Testes treponêmicos reagentes após 18 meses de idade sem diagnóstico prévio de sífilis congênita.
Obs: nesta situação, deve ser sempre afastada a possibilidade de sífilis adquirida.
Situação 3
- Evidência microbiológica de infecção pelo Treponema pallidum em amostra de secreção nasal ou lesão cutânea, biópsia ou necropsia de criança, aborto ou natimorto.
- Detecção do Treponema pallidum por meio de exames diretos por microscopia (de campo escuro ou com material corado).
Adaptado de:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico de Sífilis, vol 49, no 45, Brasília, outubro. 2018.
Documento completo em:






Comentários