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Dolutegravir e gravidez - risco. Conferência Internacional de AIDS - México julho 2019

  • Foto do escritor: helenabrigido
    helenabrigido
  • 23 de jul. de 2019
  • 2 min de leitura

Apresentação: 10TH IAS CONFERENCE ON HIV SCIENCE (IAS 2019). Julho 2019


As crianças nascidas de mulheres em terapia de HIV que inclui o medicamento dolutegravir têm um risco ligeiramente maior de defeitos do tubo neural (anormalidades que afetam o cérebro e a coluna vertebral), em comparação com crianças nascidas de mulheres em regimes de outros medicamentos antirretrovirais.

Os resultados são de um estudo financiado pelo Instituto Nacional Eunice Kennedy Shriver de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano (NICHD) e foram apresentados na 10ª Conferência Internacional de AIDS na Cidade do México.

Para mulheres em dolutegravir desde a concepção, cinco defeitos do tubo neural ocorreram em 1.683 nascimentos (0,3%); as que usaram o efavirenz desde a concepção, houve três casos de defeitos do tubo neural de 7.959 nascimentos (0,04%).

Para as mulheres em qualquer regime de tratamento para o VIH que não contivesse dolutegravir, houve 15 casos de defeitos do tubo neural a partir de 14.792 nascimentos (0,1%). No geral, os pesquisadores descobriram uma diferença de 0,2% no risco de crianças nascidas de mulheres em dolutegravir desde a concepção, que descreveram como pequenas, mas significativas.


Assunto: Defeitos do tubo neural por anti-retrovirais e exposição ao HIV no estudo Tsepamo, Botswana.

Palestrante: Rebeca Zash.

Conferência da International AIDS Society. Julho de 2019.

Havia preocupação em suspender a terapia baseada em dolutegravir, mas esses novos estudos indicam que pode ser seguro prosseguir com a administração do medicamento" (Pozniak, presidente da IAS e presidente científico internacional)


Rebecca Zash e colaboradores, Beth Israel Deaconess Medical Center, Boston – resultados publicados no New England Journal of Medicine:

Rebecca Zash et al. Neural-Tube Defects and Antiretroviral Treatment Regimens in Botswana. The New England Journal o f Medicine.

July 22, 2019.

Link do artigo completo:

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