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Infecções Sexualmente Transmissíveis em Gestantes

  • Foto do escritor: helenabrigido
    helenabrigido
  • 4 de mar. de 1998
  • 1 min de leitura

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou a existência de 333 milhões de novos casos/ano de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) curáveis (1995).

Ao imaginar a multiplicidade de infecções/pessoa e a presença de infecções de outras IST virais crônicas, poderemos perceber a magnitude do problema. Como conseqüência das mesmas, tem-se o câncer cervical, a doença inflamatória pélvica (DIP), dor crônica, gravidez ectópica, aumento da mortalidade materna. Na América Latina a esterilidade resultante de DIP é responsável por 35% dos casos.


Além disso as IST facilitam a transmissão sexual do HIV; algumas delas, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves e até ao óbito; na gestação, podem ser transmitidas ao feto, causando-lhe importantes lesões ou provocando a interrupção da gravidez, com grande impacto psicológico em toda a família.


A mulher, mais do que nunca, é peça fundamental no controle das IST. E, ao fazer o pré-natal, necessita de orientações adequadas para o melhor tratamento clínico e prevenção das IST com melhor assistência também ao concepto.


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